Enxergar os riscos antes que se tornem passivos
Riscos jurídicos podem ser mapeados, medidos e geridos. Em empresas com grandes equipes, os maiores riscos costumam estar nas relações de trabalho: jornadas, terceirizações, saúde e segurança, instrumentos coletivos e demandas sindicais.
Ajudamos a empresa a enxergar onde estão suas maiores exposições, a priorizar o que importa e a transformar essa análise em um plano de ação, com projetos práticos de prevenção e mitigação de passivos.
O que fazemos
Mapeamento de riscos
Levantamento e classificação dos riscos jurídicos por área, unidade e impacto.
Matriz de riscos e plano de ação
Priorização de medidas, responsáveis e prazos, com acompanhamento periódico.
Passivos e contingências
Revisão de processos e provisões para que reflitam a realidade.
Riscos ocupacionais
Apoio jurídico à gestão de riscos ocupacionais prevista na NR-1, inclusive riscos psicossociais.
Cadeia de fornecedores
Avaliação de riscos trabalhistas e de integridade de prestadores e fornecedores.
Cultura de conformidade
Treinamento de equipes e lideranças para sustentar as mudanças.
Quando procurar
- A diretoria quer uma visão consolidada da exposição jurídica da empresa.
- O orçamento precisa de previsibilidade sobre contingências.
- A empresa precisa adequar sua gestão de riscos ocupacionais às exigências da NR-1.
- O volume de processos ou autuações aumentou.
Nossa abordagem
Realizamos um diagnóstico transversal, ouvindo as áreas e analisando documentos, processos e instrumentos coletivos. Entregamos um mapa de riscos com recomendações priorizadas e acompanhamos a implantação, revisando o plano periodicamente.
Perguntas frequentes
Por onde começar?
Por um diagnóstico: entendemos a operação, levantamos os pontos sensíveis e apresentamos um mapa de riscos com recomendações em ordem de prioridade.
O que muda com a inclusão dos riscos psicossociais na NR-1?
A gestão de riscos ocupacionais passa a considerar fatores como sobrecarga, metas e assédio. A empresa precisa identificá-los, avaliá-los e adotar medidas, com documentação adequada.
Com que frequência devemos rever os riscos?
Em geral, uma vez por ano e sempre que houver mudanças relevantes, como novas unidades, mudanças legislativas ou reorganizações.
As informações desta página têm caráter geral e informativo e não substituem a análise de cada caso por um advogado.